Neste final de ano algumas organizações perderam a vergonha. Não bastavam as críticas ao aumento do salário mínimo em vinte cinco euros (como se esta importância fosse decisiva na viabilidade das empresas) como agora pretendem uma redução do número de feriados (em época de desemprego record).
Raramente se ouve falar da baixa produtividade e das responsabilidades que podem ser atribuidas a cada um.
Deixo espaço ao comentário.
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
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